USO DA TOXINA BOTULÍNICA NO TRATAMENTO DA PARALISIA DE BELL: REVISÃO INTEGRATIVA
Ester Lídian Silva e Souza A paralisia de Bell, também chamada de paralisia facial periférica, causa perda temporária da função muscular facial, impactando a estética e a funcionalidade. A toxina botulínica atua bloqueando a liberação de acetilcolina, promovendo relaxamento muscular e aliviando espasmos e contraturas. No tratamento da paralisia de Bell, ela auxilia na restauração da simetria facial e na redução de desconfortos, melhorando a qualidade de vida dos pacientes. A pesquisa adotou uma abordagem qualitativa e exploratória, por meio de uma revisão integrativa, com o objetivo de analisar o uso da toxina botulínica no tratamento da paralisia de Bell. Foram reunidos e analisados estudos que investigaram sua eficácia como recurso terapêutico. A coleta de dados foi realizada a partir de artigos científicos publicados nos últimos 15 anos, utilizando as bases de dados Google Acadêmico, Scielo e PubMed/Medline. A interpretação dos dados foi conduzida com base na análise de conteúdo, conforme os princípios de Bardin (2011), com o objetivo de identificar padrões e aspectos significativos nos tratamentos com toxina botulínica, incluindo eficácia, impacto na recuperação dos pacientes.
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