O presente artigo é um relato de experiência do estágio institucional em psicopedagogia. Assim, esse trabalho tem como intuito apresentar vivências psicopedagógicas através do Estagio institucional na Educação de Jovens e Adultos (EJA), bem como apresentar os resultados dessa experiência desafiadora, pois o campo de Educação de Jovens e adultos é vasto, precisando do apoio de muitos profissionais. O Psicopedagogo é um profissional de grande importância para os educandos que tem dificuldades na aprendizagem, e partindo deste ponto ele elabora uma intervenção para melhorar o processo de ensino dos estudantes. A metodologia está baseada nas vivências da experiência de campo do Estágio supervisionado em que a mesma foi realizada na Escola E.M.E.F. Mário da Silva Bem na Sala do EJA II. E levantamento bibliográfico com base nos seguintes autores: BARBOSA (2001); CLARO (2018); FAGALI (2003); FREIRE (1987; 1989; 2011); KENSKI (2003); MOURA E SERRA (2019); PELANDRÉ (1998). O eixo que se sustenta essa pesquisa trata-se do eixo fenomenológico. Sendo esta, uma corrente filosófica que trata da descrição dos fenômenos estudados. O estágio teve como objetivo ajudar os estudantes com maiores dificuldades de aprendizagem da modalidade do EJA II, pois acreditamos que a escola é um meio de transformação social. Sendo assim os alunos precisam sentir-se capazes e acreditar que mesmo em meios as dificuldades da vida e não tendo conseguido se alfabetizar na idade certa conseguem aprender. Através de intervenções pedagógicas e lúdicas os alunos se sentiram acolhidos e confiantes para continuar estudando e aprendendo.
O presente estudo surgiu na necessidade de trazer contribuições que possam auxiliar os profissionais da educação no que se refere a inclusão das crianças com TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade) no seu meio escolar e seus desafios. Para isso, o objetivo vem em identificar o aluno com TDAH e poder buscar caminhos que possam ajudar na aprendizagem, buscando métodos que possam auxiliar na aprendizagem tendo em vista que existe inúmeros desafios na implementação dessa inclusão. A discussão está teoricamente formada nos estudos do American Psychiatric Association (2013), Lei de Diretrizes e Base (1996), Declaração de Salamanca (2003), Ministério da saúde (2022), Valle, Maia e Bortolozzi (2010), entre outros. Sendo assim, foi realizado uma pesquisa qualitativa, descritiva e exploratória, fundada em estudo científico bibliográfico, sendo feita em livros na integra bem como por meio de portais de dados disponíveis online. Podendo chegar a concepção que tendo uma parceria entre família e escola é indispensável para o ensino e aprendizagem da criança com TDAH, pois a partir disso juntos determinarão quais passos devem ser construidos para criar um processo educativo eficaz e significativo na superação dos desafios enfrentados por uma criança com essa condição. Porém ainda há um longo caminho para percorrer para que de fato haja essa inclusão.
Introdução: Este estudo examina o papel da psicopedagogia no desenvolvimento de alunos com deficiência intelectual, fundamentando-se nas teorias de Piaget e Vygotsky. Objetivo: Compreender como adaptar práticas de ensino para criar um ambiente inclusivo e eficaz para esses alunos. Metodologia: Revisão de literatura e aplicação de estratégias psicopedagógicas em contextos educacionais, com foco em adaptações curriculares, desenvolvimento de habilidades sociais e emocionais, e intervenção familiar e escolar. Resultados: Adaptações como instrução direta e ensino multissensorial melhoraram o aprendizado e o engajamento dos alunos. O desenvolvimento de habilidades sociais e emocionais fortaleceu a interação e a autoestima. Considerações Finais: A psicopedagogia é crucial na educação de alunos com deficiência intelectual, oferecendo estratégias para superar desafios e promover o desenvolvimento integral..