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O aleitamento materno é fundamental para o crescimento e desenvolvimento do bebê, o leite advindo das mães possui uma grande quantidade de nutrientes e minerais que são essenciais, além de anticorpos que auxiliam no processo de formação da imunidade. Possui benefícios bem documentados para a saúde física e desempenha um papel significativo no desenvolvimento oclusal, que é a relação entre os dentes superiores e inferiores e a forma como eles se encaixam. Este trabalho tem como objetivo apresentar através de uma revisão integrativa da literatura a importância do aleitamento materno no desenvolvimento da oclusão. A pesquisa abrangeu uma busca nas bases de dados eletrônica PubMed, Google acadêmico e BVS. Como critérios de elegibilidade, foram aplicados os seguintes critérios de inclusão: revisão sistemática, ensaios clínicos e guidelines, escritos em inglês e português nos últimos dez anos que possuíam o texto completo disponível que abordem a relação entre a amamentação e o desenvolvimento da oclusão. E como critérios de exclusão os artigos que não abordaram o objetivo desta revisão, realizados em animais e aqueles artigos em duplicatas. Inicialmente os trabalhos foram selecionados por título e resumo e aqueles que atenderam aos critérios de elegibilidade, foram lidos na íntegra. Dos resultados, 25 artigos foram encontrados nas bases de dados selecionadas. Destes, 07 foram selecionados para análise de acordo com os critérios de inclusão. Os dados desse trabalho mostram que bebês amamentados tendem a desenvolver menos problemas de oclusão dentária do que aqueles alimentados com mamadeira. A amamentação exclusiva nos primeiros seis meses e a continuação da amamentação até pelo menos dois anos de idade são recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e contribuem significativamente para a saúde bucal e o desenvolvimento da oclusão.
Os primeiros 1000 dias de vida, compreendem desde o momento da concepção até os dois anos de idade da criança, correspondendo às 40 semanas de gestação (270 dias) somadas aos dois primeiros anos de vida (730 dias), que representam um período crucial para que a criança possa atingir o seu crescimento e desenvolvimento físico e cognitivo. A literatura enfatiza a necessidade de incluir a odontologia no acompanhamento pré-natal destacando que essa abordagem contribui para evitar problemas de saúde bucal tanto na gestante quanto no recém-nascido. O objetivo deste estudo foi verificar a importância do pré-natal odontológico durante os 1000 dias de vida do bebê, descrevendo as principais recomendações e cuidados referentes aos atendimentos odontológicos. A pesquisa trata-se de uma revisão integrativa da literatura e abrangeu a busca nas bases de dados eletrônica National Library of Medicine National (PubMed), Google acadêmico e (BVS) Biblioteca Virtual em Saúde. Após a realização da busca, os artigos foram analisados através do título e resumo e aqueles selecionados serão lidos na íntegra. Como critérios de elegibilidade, serão incluídos os tipos de estudos: revisão sistemática, revisão de literatura, ensaios clínicos, guidelines e estudos observacionais, escritos em inglês e português nos últimos 10 anos que possuam o texto completo disponível que abordem a temática desta pesquisa. E como critérios de exclusão os artigos que não abordaram o objetivo dessa revisão, estudos com animais e aqueles estudos que não contemplem o tema. Dos resultados, 145 artigos foram encontrados nas bases de dados selecionadas. Destes, 13 foram selecionados para análise de acordo com os critérios de inclusão. Os dados evidenciaram que a literatura apoia fortemente a importância dos cuidados odontológicos pré-natais nos primeiros 1000 dias de vida do bebê. Esses cuidados são essenciais para prevenir problemas de saúde bucal e geral, promovendo um desenvolvimento saudável.
A hipomineralização molar incisivo (HMI) é um defeito no processo de mineralização no desenvolvimento do esmalte dentário, afetando os molares e os incisivos permanentes. A gravidade da hipomineralização pode ser leve, com pequenas manchas, até casos mais graves, envolvendo grandes áreas dos dentes. A prevalência da hipomineralização molar incisivo pode variar em diferentes regiões e populações. O objetivo deste trabalho é identificar o uso do infiltrante resinoso como tratamento do HMI. Para realização deste trabalho, foi feita uma busca em bases de dados como: PubMed, BVS e Google Acadêmico. Como critérios de elegibilidade, foram incluídos os seguintes tipos de estudos: revisão sistemática, ensaios clínicos, estudos observacionais, estudos laboratoriais e guidelines, escritos em inglês e português nos últimos 10 anos que apresentavam texto completo disponível, e abordavam tratamentos com resina infiltrante para pacientes com HMI. Foram excluídos os artigos que não abordavam o objetivo desta revisão, cuja idade dos pacientes era maior que 12 anos, ensaios realizados em animais e aqueles artigos em duplicatas. Inicialmente os trabalhos foram selecionados por título e resumo e aqueles que atenderem aos critérios de elegibilidade, lidos na íntegra. Dos resultados, o uso de fluoretos minimiza a sensibilidade e aumenta a mineralização da área afetada e o infiltrante resinoso fortalece e estabiliza o esmalte sem qualquer preparo ou dano à estrutura dental. Portanto, o uso de infiltrante resinoso se mostra uma alternativa de tratamento não invasiva e eficiente.