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Este trabalho aborda a temática da influência do eugenol nas restaurações, utilizando materiais adesivos. Visto que por múltiplas razões clínicas, deve-se utilizar restaurações provisórias no decorrer dos tratamentos restauradores. O óxido de zinco e eugenol é um material comumente utilizado. No entanto, o eugenol, por ser um composto fenólico, pode acabar causando a inibição da polimerização de monômeros resinosos. A metodologia inclui uma revisão abrangente da literatura atual, e esse trabalho visa despertar no cirurgião dentista a importância do emprego de um material de restauração provisória de qualidade. Os procedimentos adesivos na odontologia restauradora são essenciais para soluções estéticas e duráveis. No entanto, a presença de eugenol pode prejudicar a adesão dos materiais restauradores, exigindo técnicas para eliminá-lo. Alternativas como cimentos provisórios sem eugenol são recomendadas. Compreender os efeitos do eugenol permite escolhas mais informadas. Pesquisas contínuas são necessárias para aprimorar os protocolos clínicos. Este guia auxilia cirurgiões-dentistas na seleção de alternativas duradouras para procedimentos odontológicos.
Diante dos desafios das reabilitações bucais, o uso das novas tecnologias tais como a colocação de implantes guiada por computador tem se apresentado como importante aliado ao planejamento e na previsibilidade dos tratamentos. Essa prática se dá através do uso de imagens e de programas computacionais, na busca de um posicionamento tridimensional ideal para os implantes dentários. Neste relato de experiência, o caso descrito trata-se da colocação de dois implantes dentários pelo método guiado na área edêntula de 22 e 23. Foram realizados o exame tomográfico e o escaneamento bucal da paciente. Com os arquivos combinados, foi planejada a confecção de duas coroas provisórias unidas e providas de aletas para que, em uma possível carência de torque na ancoragem inicial, utilizá-las como prótese provisória adesiva, não obstante, com perfurações por palatina que permitissem fazer a captura, caso a ancoragem inicial fosse satisfatória. Os implantes utilizados foram o GM Helix®️, O travamento inicial obtido foi com torque cerca de 50N cada, o que possibilitou a colocação dos cilindros para provisórios e o uso de carga imediata. Após a instalação dos provisórios, foram feitos os devidos ajustes oclusais com alívio dos contatos e ausência de guias oclusais. O que se conclui através da experiência com o referido caso é que há uma previsibilidade na realização dos procedimentos e que o método utilizado permite um posicionamento tridimensional adequado dos implantes e dos elementos protéticos, tudo isso, contando com a redução do tempo cirúrgico, além do uso de procedimento cirúrgico flapless provendo mais conforto e rápida recuperação pós-cirúrgica ao paciente.
Para a fixação de coroas Unitárias sobre Implantes, utiliza-se normalmente parafuso ou cimento; as duas técnicas já foram exaustivamente estudadas e pesquisadas, mostrando suas vantagens e desvantagens, em longo prazo; Porém, surgiu uma terceira técnica, inédita, que pode ser empregada para fixar coroas unitárias sobre Implantes sem o artifício do parafuso ou do cimento, a chamada fixação friccional. O presente trabalho teve por objetivo descrever através de uma revisão de literatura, uma seleção simplificada de pilares intermediários para coroas unitárias sobre Implantes parafusadas, cimentadas e friccionais; alertando que esta escolha deverá ser feita antes da etapa cirúrgica, pois em cada situação todos os aspectos relacionados a cada tipo de prótese devem ser analisados para uma escolha correta, visto que cada uma possui características clínicas e biomecânicas específicas. Concluiu-se que diante das indicações, tanto a coroa unitária parafusada quanto a cimentada podem ser usadas segundo cada situação clínica apresentada; não há evidencias que favoreçam um mecanismo de retenção em detrimento do outro. Já o método friccional demonstrou além de eficácia estética, a abolição de pilares inclinados até 27o e simplicidade de remoção a qualquer momento, sem prejuízo à restauração, mostrando valores relativamente altos quando comparados às fixações por parafuso ou por cimento.
Um dos objetivos dos pacientes desdentados que desejam realizar um tratamento com implantes dentários é a possibilidade de ter estabilidade na sua prótese parcial ou total, lhe proporcionando boa mastigação e acima de tudo um lindo sorriso com próteses sobre implantes bem adaptadas e que possa ter uma longevidade satisfatória. Mas, uma das causas de insucesso é a falta de precisão dos modelos obtidos, devido a escolha do material de moldagem e da técnica para a transferência dos componentes protéticos. Para isso, a moldagem em implantodontia representa uma etapa de suma importância para a reabilitação destes pacientes parcial ou totalmente desdentados. O presente estudo tem como objetivo discutir as técnicas de moldagem e a indicação dos diferentes materiais de impressão utilizados em prótese sobre implante, procurando demonstrar opções de moldagem baseadas em filosofias fundamentadas na literatura científica. Os dados foram obtidos a partir de pesquisas realizada na base de dados do Scielo, Bireme e Google acadêmico. Foram utilizados os seguintes descritores para a pesquisa: “Moldagem em prótese sobre implante, moldagem em odontologia e Materiais para Moldagem Odontológica”. De um modo geral, a técnica que se mostrou mais precisa em relação às demais foi a direta e os materiais poliéter e o silicone de adição foram os mais indicados na transferência de implantes osseointegrados para confecção das próteses, além das moldeiras personalizadas em comparação às de estoque. Pode-se perceber que a adaptação e passividade, são deveras, importantes para se evitar ou minimizar os problemas como: fraturas, afrouxamento de parafusos, e até mesmo a perda de implantes.