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O trabalho que se segue, tem como origem o Estágio Supervisionado em Neuropsicopedagogia Clínica, tendo como objetivo o diagnóstico neuropsicopedagogia clínico. O mesmo é resultante de um estudo teórico e prático (no campo de estágio). Realizado para a conclusão do curso de Especialização em Neuropsicopedagogia. O estágio aconteceu no período de março a junho de 2024, quando foram realizadas dez (10) sessões de diagnóstico com uma criança de 11 anos de idade cursando o 6° ano do Ensino Fundamental. A Neuropsicopedagogia possui uma relevância conquistada na área de sua atuação, tanto no que se refere a sua prática clínica, quanto a institucional e vem procurando sua própria identidade nas diferentes áreas do conhecimento e linhas de pesquisar, na educação, na psicologia e nas mais diversas atividades. Segundo Bossa (2000. pp.39-40)
O estágio clínico e institucional realizado em neuropsicopedagogia diante dos desafios e perspectivas dos aprendentes com base em observações no estágio institucional pautamos nossos objetivos: Melhorar a comunicação assertiva, participação e interação entre o grupo. Atuamos com diferentes gêneros musicais em atividades diversas, obtendo êxito em todas as tarefas executadas. Percebeu - se que durante e após a aplicação das intervenções o grupo mantinha - se interessado e participativo. Durante o estágio institucional recebemos a proposta de trabalhar com um aprendente que apresentava grandes dificuldades no âmbito escolar, o qual direcionamos para a clínica com o intuito de estimulá-lo cognitivamente. Criou- se um ambiente lúdico com materiais diversificados. Nas sessões de observação, realizou-se sessão de intervenção estimulando as áreas que o aprendente tinha mais dificuldade. O mesmo se envolveu respondendo satisfatoriamente a todos os estímulos; percebe-se que os estímulos cognitivos bem direcionados podem cooperar significativamente com a aprendizagem das crianças em fase escolar.
O presente trabalho apresenta um breve estudo sobre a relação da neuropsicopedagogia e sua importância no âmbito escolar, com o objetivo de observar/avaliar as necessidades cognitivas dos aprendente, buscando assim estimulações com atividades interventivas neuropsicopedagogicas estimuladoras e direcionadas às necessidades do aprendentes. Durante o estágio institucional e clínico no qual foi analisada uma turma de primeiro ano com 16 crianças, em uma escola de rede pública, e uma criança de 10 anos do quinto ano que apresentaram dificuldades de aprendizagem. A partir de avaliações/observações desenvolvemos atividades interventivas que indicaram melhorias significativas no comportamento, desempenho cognitivo, autonomia nas aprendizagens. Diante disso dá-se a importância dessa ação neuropsicopedagógica para facilitar e melhorar o progresso dos alunos potencializando assim as aprendizagens e desenvolvendo metodologias eficazes.
O presente estudo surgiu na necessidade de trazer contribuições que possam auxiliar os profissionais da educação no que se refere a inclusão das crianças com TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade) no seu meio escolar e seus desafios. Para isso, o objetivo vem em identificar o aluno com TDAH e poder buscar caminhos que possam ajudar na aprendizagem, buscando métodos que possam auxiliar na aprendizagem tendo em vista que existe inúmeros desafios na implementação dessa inclusão. A discussão está teoricamente formada nos estudos do American Psychiatric Association (2013), Lei de Diretrizes e Base (1996), Declaração de Salamanca (2003), Ministério da saúde (2022), Valle, Maia e Bortolozzi (2010), entre outros. Sendo assim, foi realizado uma pesquisa qualitativa, descritiva e exploratória, fundada em estudo científico bibliográfico, sendo feita em livros na integra bem como por meio de portais de dados disponíveis online. Podendo chegar a concepção que tendo uma parceria entre família e escola é indispensável para o ensino e aprendizagem da criança com TDAH, pois a partir disso juntos determinarão quais passos devem ser construidos para criar um processo educativo eficaz e significativo na superação dos desafios enfrentados por uma criança com essa condição. Porém ainda há um longo caminho para percorrer para que de fato haja essa inclusão.
O referido trabalho tem o intuito de mostrar as experiências vivenciadas no estágio de Neuropsicopedagogia Clinica e Institucional, enfatizando o desenvolvimento das atividades de avaliação e intervenção. Dentre os objetivos propostos estavam o de estimular a leitura, a escrita e a matemática. Os métodos utilizados foi a elaboração de avalições e intervenções e uma fundamentação teórica consistente, entre essas fundamentações está tem Sociedade Brasileira de Neuropsicopedagogia (SBNPp), (Fonseca, 2014). Após o trabalho finalizado, pode-se observar que o mesmo foi significativo, uma vez concretizou os objetivos, foi estimulado nos aprendentes a participação, a concentração e também potencializou outras habilidades nos mesmos.
O presente relato apresenta experências voltadas a prática de neuropsicopedagogia clínica e institucional. O objetivo geral é apresentar como a neuropsicopedagogia contribui para o processo de aprendizagem de crianças que apresentam dificuldades cognitivas. Foram analisados os efeitos dessa abordagem em um grupo de 27 crianças, ao longo de 8 semanas no contexto institucional, e 1 criança, de 7 anos, sexo feminino no contexto clínico. Em ambos contextos, os resultados indicaram melhorias significativas no desempenho cognitivo, engajamento, habilidades sociais e comportamentos. Conclui-se que o uso das avaliações e intervenções neuropsicopedagogicas é vista como uma estratégia promissora para promover um ambiente de aprendizagem inclusivo e estimulante. Desta forma, o percurso metodológico foi fundamentado em uma abordagem qualitativa, delineado por uma pesquisa bibliográfica através de materiais físicos e digitais de acordo com a temática abordada. Considera-se que a neuropsicopedagogia é uma forma que favorece o processo de aprendizagem ao aluno com disfunção
Introdução: Este estudo examina o papel da psicopedagogia no desenvolvimento de alunos com deficiência intelectual, fundamentando-se nas teorias de Piaget e Vygotsky. Objetivo: Compreender como adaptar práticas de ensino para criar um ambiente inclusivo e eficaz para esses alunos. Metodologia: Revisão de literatura e aplicação de estratégias psicopedagógicas em contextos educacionais, com foco em adaptações curriculares, desenvolvimento de habilidades sociais e emocionais, e intervenção familiar e escolar. Resultados: Adaptações como instrução direta e ensino multissensorial melhoraram o aprendizado e o engajamento dos alunos. O desenvolvimento de habilidades sociais e emocionais fortaleceu a interação e a autoestima. Considerações Finais: A psicopedagogia é crucial na educação de alunos com deficiência intelectual, oferecendo estratégias para superar desafios e promover o desenvolvimento integral..