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Introdução: contexto histórico da semiologia no mundo, surgiu em meados do século IV, quando Hipócrates já utilizava métodos propedêuticos, para avaliação humana com técnicas e utensílios da época. Já com a tecnologia hoje utilizada na radiologia diagnóstica surge a necessidade de concatenar os métodos semiológicos com os avanços da tecnologia radiológica como o exame de angiotomografia coronariana, ademais outros exames que declamam a necessidade da utilização da semiotécnica. Objetivo: o estudo do artigo em questão requer entender a relevância da semiologia e da semiotecnica nos cuidados ao paciente no diagnóstico por imagem Método: O presente estudo trata-se de uma revisão de literatura do tipo integrativa, com base de dados como por exemplo: Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), Scie-lo, ScienceDirect, Medline, LILACS, PubMed, Minha Biblioteca Virtual (MBV) e BDTD IBICT. Que foram sintetizados qualitativamente, e serviram como banco de dados para a extração e sintetização dos dados do presente artigo. Resultados: Inicialmente foram encontrados 79 artigos na base de dados, no qual foram escolhidos 9 artigos para a extração de dados, no qual conclusivamente serviu para o entendimento direcionado da importância das técnicas semiológicas no suporte básico de vida dos pacientes e a cura dos mesmo de forma integrativa e concatenada ao radiodiagnostico. Considerações finais: Mesmo com o advento dos avanços tecnológicos na área da radiologia, o uso da semiologia e da semiotécnica se torna ainda mais indispensável, tendo em vista que o âmbito da radiologia em geral, atua como suporte a cura ou o tratamento daquele paciente e não substituir de forma total um método semiológico como o exame físico ou a propedêutica.
Esta pesquisa investiga os cuidados fundamentais que devem ser oferecidos a pacientes idosos em centros de diagnóstico por imagem, destacando a relevância de um serviço humanizado e seguro. O crescimento da população idosa tem provocado um aumento na procura por testes diagnósticos, ressaltando a necessidade de adaptações que considerem suas particularidades físicas, cognitivas e emocionais. Dificuldades comuns nesses cenários incluem mobilidade limitada, problemas de audição e altos níveis de ansiedade. O estudo, fundamentado em uma revisão de escopo, visa reconhecer táticas que aprimorem a experiência desses pacientes e auxiliem na obtenção de diagnósticos mais precisos. As informações examinadas indicam que ações como humanização no serviço, comunicação transparente e compreensível, além de treinamentos para profissionais, são fundamentais para diminuir a ansiedade e estimular uma maior cooperação dos pacientes. A adaptação de espaços e dispositivos é igualmente importante, englobando ajustes na altura de mesas e equipamentos, iluminação apropriada, além de recursos como almofadas e barras de apoio. As tecnologias de assistência também se sobressaem como instrumentos eficientes para ampliar a acessibilidade e acelerar o processo de atendimento. E crucial dar prioridade ao conforto físico e emocional dos pacientes. Fatores como a presença de acompanhantes, a disponibilização de informações detalhas sobre o processo e a atenção à saúde mental são fundamentais para proporcionar uma experiência mais segura e receptiva. No entanto, práticas impróprias podem causar problemas como quedas, reações negativas a contrastes e traumas emocionais, enfatizando a importância de um atendimento cuidadoso e individualizado. Quando adequadamente aplicado, o cuidado após o exame também favorece índices elevados de satisfação e taxas reduzidas de complicações. Esta pesquisa sugere a elaboração de protocolos específicos para idosos, garantindo altos níveis de qualidade no serviço prestado. Em resumo, é crucial aprimorar as práticas direcionadas aos pacientes idosos em centros de diagnóstico para oferecer uma experiência mais segura, confortável e digna, alinhada aos princípios de igualdade e humanização no atendimento à saúde.