Explorando uma coleção curada de conhecimentos. Temos 3 publicações sobre Crianças.
O trabalho teve como objetivo principal relatar as vivências do estágio prático realizado no ambiente clínico com supervisão de uma profissional da psicologia. A prática de ABA evidenciou a importância de abordagens flexíveis e da colaboração com a família e outros profissionais, permitindo a generalização dos comportamentos aprendidos para diferentes contextos. Estudos corroboram a eficácia da ABA, especialmente para crianças com maior necessidade de suporte, ao oferecer intervenções baseadas em reforço positivo, metas claras e monitoramento contínuo, promovendo o progresso e o desenvolvimento mútuo do aprendiz. Além disso, o estágio destacou a relevância de intervenções realizadas em ambientes variados, como a clínica, a escola e o domicílio, demonstrando que a diversidade de contextos e o aumento na carga horária de aplicação estão diretamente ligados aos melhores resultados. As disciplinas buscaram respeitar a singularidade da criança, adaptando estratégias e metas de forma para atender suas necessidades específicas. Outro ponto central foi o papel da família no processo de intervenção. A generalização dos comportamentos aprendidos foi mais eficaz quando os familiares participaram, aplicando as técnicas em casa e em outros contextos do dia a dia. A colaboração entre diferentes profissionais, como terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos e educadores, também foi fundamental para um atendimento integral, garantindo resultados mais significativos e abrangentes. Esse relato reafirma a importância da ABA como ferramenta essencial para o desenvolvimento de habilidades sociais, comunicativas e adaptativas em crianças com TEA, especialmente aquelas que requerem maior suporte. A abordagem flexível, individualizada e fundamentada em evidências mostrou-se eficaz não apenas no alcance de metas específicas, mas também na melhoria da qualidade de vida da criança.
É importante observar que a Síndrome de Down (SD) não é uma doença, e sim, uma condição inerente à pessoa, estando ligada a um cromossomo extra nas células, levando aos portadores apresentarem características físicas específicas no seu desenvolvimento. O objetivo geral da pesquisa foi conhecer os cuidados que as crianças com Síndrome de Down requerem para ter uma melhor saúde bucal, verificando as principais dificuldades apresentadas pelos pais, cuidadores e crianças com SD em relação a saúde bucal, identificando os tipos de tratamentos odontológicos e apontando os principais comportamentos apresentados por crianças com SD. A referente pesquisa trata-se de uma revisão integrativa da literatura de caráter qualitativo e descritivo que visa a identificação e análise criteriosa realizada nas bases de dados Scientific Eletronic Library Online (SciELO), PubMed, Direct Science e Directory of Open Access Journals (DOAJ) e na Plataforma Periódicos Capes, incluindo publicações nos idiomas português, inglês e espanhol, dos últimos cinco anos, com textos completos, disponíveis online, sendo excluídos artigos de revisão, pagos e duplicados nas diferentes bases de dados. Foram encontrados 22 artigos, sendo selecionados ao final 7 publicações. Apesar de haver profissionais aptos a atenderem esses pacientes, ainda há falta de acesso dos pais ou cuidadores das mesmas a essas consultas, principalmente por serem crianças não colaborativas. Ao final deste estudo verificou-se que os cuidados que as crianças com Síndrome de Down requerem para garantir uma melhor saúde bucal estão inteiramente ligados aos cuidados de higiene bucal em casa, e supervisionada pelos seus cuidadores, uso frequente do fio dental, além de visitas regulares ao profissional, pois são pacientes que apresentam várias más formações dentárias, como má oclusão, mordida cruzada, deslocamento dos dentes, maior fluxo salivar, dentre outros, além de apresentarem dificuldade em relação à saciedade, levando desse modo a consumirem várias refeições ao dia, o que pode contribuir para o desenvolvimento de cárie e outras doenças periodontais.