Explorando uma coleção curada de conhecimentos. Temos 3 publicações sobre Diagnóstico Precoce.
O câncer de mama representa uma das principais causas de mortalidade entre mulheres no Brasil e no mundo, sendo o diagnóstico precoce uma estratégia fundamental para a redução desses índices. Este estudo teve como objetivo compreender as contribuições da radiologia na detecção precoce do câncer de mama e sua influência na diminuição da mortalidade feminina. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica de caráter qualitativo e descritivo, realizada por meio de revisão integrativa da literatura nas bases de dados PubMed, LILACS, SciELO, ScienceDirect e Google Scholar, abrangendo publicações entre 2015 e 2024. Os resultados evidenciaram que métodos radiológicos como a mamografia digital, a tomossíntese e a ressonância magnética desempenham papel essencial na identificação de lesões em estágios iniciais, ampliando as chances de tratamento eficaz e a sobrevida das pacientes. Além disso, o estudo destacou a importância do tecnólogo em radiologia como profissional indispensável no processo diagnóstico, garantindo qualidade técnica, humanização no atendimento e precisão nas imagens obtidas. Conclui-se que a integração entre tecnologia avançada, capacitação profissional e ampliação do acesso aos exames radiológicos constitui o caminho mais eficaz para o fortalecimento das políticas públicas de rastreamento e para a redução da mortalidade por câncer de mama.
Doenças neurodegenerativas, como a doença de Alzheimer (DA), envolvem disfunções celulares complexas, destacando-se o estresse oxidativo e a agregação anormal de proteínas. Técnicas de neuroimagem, como a Ressonância Magnética (RM) e a R-fMRI, são fundamentais no diagnóstico precoce e monitoramento dessa patologia. A combinação de exames estruturais e funcionais na RM contribui para o manejo clínico e o diagnóstico precoce. Tendo isso em vista, torna-se relevante a análise da confiabilidade desses exames no diagnóstico do Alzheimer. O objetivo desta revisão foi identificar a eficácia da ressonância magnética como método diagnóstico para a Doença de Alzheimer (DA) e tecnologias emergentes, como a espectroscopia por RM e inteligência artificial. Trata-se de uma revisão integrativa de literatura com abordagem qualitativa. A pesquisa foi realizada em bases como Pubmed, Biblioteca Virtual em Saúde – Literatura Latino-americana e do Caribe em Ciências da Saúde (BVS), Scientific Eletronic Library Online (SCIELO) e Literatura Latino-americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) , utilizando descritores como “Diagnóstico precoce”, “Alzheimer” e “Ressonância Magnética”. Foram selecionados artigos dos últimos 25 anos em inglês e português, excluindo-se estudos duplicados ou menos relevantes. Os dados extraídos dos artigos selecionados foram organizados em tabelas para a análise crítica e comparativa dos resultados. Os resultados mostraram que, embora a RM seja eficaz na diferenciação de demências, ela, isoladamente, pode ser insuficiente para um diagnóstico seguro. Concluiu-se que, a revisão destacou a complexidade do diagnóstico da Doença de Alzheimer (DA) e a ausência de um padrão ouro definitivo. As técnicas de ressonância magnética (RM) e espectroscopia de prótons (ERM) os resultados evidenciam que são frequentemente complementares no diagnóstico dessa patologia.