Explorando uma coleção curada de conhecimentos. Temos 2 publicações sobre Doença de Alzheimer.
Doenças neurodegenerativas, como a doença de Alzheimer (DA), envolvem disfunções celulares complexas, destacando-se o estresse oxidativo e a agregação anormal de proteínas. Técnicas de neuroimagem, como a Ressonância Magnética (RM) e a R-fMRI, são fundamentais no diagnóstico precoce e monitoramento dessa patologia. A combinação de exames estruturais e funcionais na RM contribui para o manejo clínico e o diagnóstico precoce. Tendo isso em vista, torna-se relevante a análise da confiabilidade desses exames no diagnóstico do Alzheimer. O objetivo desta revisão foi identificar a eficácia da ressonância magnética como método diagnóstico para a Doença de Alzheimer (DA) e tecnologias emergentes, como a espectroscopia por RM e inteligência artificial. Trata-se de uma revisão integrativa de literatura com abordagem qualitativa. A pesquisa foi realizada em bases como Pubmed, Biblioteca Virtual em Saúde – Literatura Latino-americana e do Caribe em Ciências da Saúde (BVS), Scientific Eletronic Library Online (SCIELO) e Literatura Latino-americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) , utilizando descritores como “Diagnóstico precoce”, “Alzheimer” e “Ressonância Magnética”. Foram selecionados artigos dos últimos 25 anos em inglês e português, excluindo-se estudos duplicados ou menos relevantes. Os dados extraídos dos artigos selecionados foram organizados em tabelas para a análise crítica e comparativa dos resultados. Os resultados mostraram que, embora a RM seja eficaz na diferenciação de demências, ela, isoladamente, pode ser insuficiente para um diagnóstico seguro. Concluiu-se que, a revisão destacou a complexidade do diagnóstico da Doença de Alzheimer (DA) e a ausência de um padrão ouro definitivo. As técnicas de ressonância magnética (RM) e espectroscopia de prótons (ERM) os resultados evidenciam que são frequentemente complementares no diagnóstico dessa patologia.