Explorando uma coleção curada de conhecimentos. Temos 4 publicações sobre Inteligência Artificial.
Atualmente na área da saúde, a inteligência artificial tem surgido como um grande aliada, para melhor agilidade no tratamento de pacientes que sofrem com enfermidades. Esse estudo tem como objetivo avaliar como o uso de algoritmos de inteligência artificial, vem para contribuir para melhores diagnósticos e tratamentos de tumores cerebrais, através do uso de exames de imagens como ressonância magnética e tomografia computadorizada. A metodologia se deu a partir da busca de artigos em bases de dados como a SciElo Brasil, PubMed/MEDLINE, LILACS, IEEE Xplore, entre outras, após essa busca foram utilizados de critérios de inclusão e exclusão, como artigos publicado nos últimos 6 anos, artigos com mesma temática do presente estudo e artigos não duplicados. Espera-se que os algoritmos possam vir a contribuir para um diagnóstico e tratamentos mais precisos, e que aumentem a chance de cura e a melhor recuperação, para que os pacientes possam ter sua autoestima recuperada.
O trabalho analisa de forma crítica e sistemática o impacto da Inteligência Artificial (IA) na prática clínica da Radiologia, abordando seus avanços, benefícios, limitações e implicações ético-profissionais. Por meio de uma revisão integrativa da literatura, foram selecionados e analisados sete estudos publicados entre 2018 e 2025, localizados nas bases PubMed/MEDLINE, SciELO e Google Acadêmico. Os resultados demonstram que a IA tem se consolidado como ferramenta de apoio essencial ao radiologista, promovendo ganhos de eficiência operacional, otimização do fluxo de trabalho e aumento da acurácia diagnóstica. As principais aplicações incluem triagem inteligente de exames, automatização de tarefas repetitivas e análises quantitativas avançadas, como a detecção precoce de lesões e segmentação automática de estruturas anatômicas. Tais recursos contribuem para a redução do tempo de laudo, da variabilidade interobservador e do risco de burnout profissional. Entretanto, a pesquisa evidencia desafios éticos e regulatórios que limitam a adoção plena da tecnologia, como o viés algorítmico, a falta de transparência nos modelos de decisão ('caixas-pretas') e a ausência de regulamentação específica no Brasil. Também se destaca a necessidade urgente de capacitação dos profissionais, com formação voltada para alfabetização digital e ciência de dados, a fim de garantir o uso crítico e responsável das ferramentas. Conclui-se que o impacto real da IA na radiologia reside não na substituição, mas na evolução do papel do radiologista, que passa a atuar como curador e intérprete final dos resultados automatizados. A integração equilibrada entre tecnologia, ética e qualificação profissional é essencial para um diagnóstico por imagem mais preciso, ágil e humanizado.
O desenvolvimento de tecnologias emergentes como a IA (inteligência artificial) tem sido de grande relevância em diversas áreas atualmente, o mesmo acontece no setor da radiologia, como pode-se observar na implementação algoritmos automatizados em exames de ressonância magnética. Porém, com esse avanço, surgem também novos debates acerca dos princípios éticos que regem a sua utilização e das percepções da sociedade e dos operadores habilitados a operar nessa área. Tendo isso em vista, o objetivo deste estudo é investigar as perspectivas dos profissionais da radiologia sobre as mudanças na ressonância magnética (RM) com a implantação da inteligência artificial (IA). Foi conduzida por meio de uma pesquisa de campo do tipo transversal com abordagem qualitativa, através de um questionário estruturado, que foi aplicado no mês de outubro de 2024 em duas clínicas particulares do Cariri Cearense, abordando questões relacionadas à percepção dos profissionais da área de ressonância magnética em relação ao avanço da IA. A amostra foi de 10 profissionais escolhidos de acordo com os seguintes critérios de inclusão: profissionais que estão no serviço há mais de 1 ano, nos turnos manhã ou tarde, técnicos em radiologia e que concordaram em participar voluntariamente da pesquisa, assinando o Termo de Consentimento Livre Esclarecido, foram excluídos profissionais que não possuíam experiência de trabalho na ressonância magnética. Os resultados mostraram uma percepção majoritariamente positiva em relação a implementação da Inteligência Artificial na área de ressonância magnética, com 70% dos entrevistados avaliando como ótimo a adição desses sistemas automatizados à sua rotina laboral. Por fim, conclui-se que a implementação dessa nova tecnologia traz benefícios tanto para o diagnóstico precoce, quanto na melhoria da execução do próprio exame.