Explorando uma coleção curada de conhecimentos. Temos 4 publicações sobre Mini-implantes.
Capelozza (2004) desenvolveu um sistema de classificação baseado no crescimento facial. Ele classifica como padrão III os indivíduos que apresentam degrau sagital negativo entre maxila e mandíbula, ou seja, a mandíbula encontra-se posicionada anteriormente a maxila. O presente trabalho relata o caso clínico de um paciente com Padrão facial III, com retrusão de maxila e mandíbula protruída, em dentição mista com má oclusão de classe III. O tratamento consistiu em tração reversa da maxila subsequente à disjunção maxilar utilizando o protocolo MARPE. Para a disjunção, optamos pelo disjuntor palatino do tipo MARPE, modelo 2S, da marca PECLAB (Peclab, Belo horizonte, MG), e para tração reversa da maxila utilizamos a máscara facial de Petit marca Morelli. A terapia proposta apresentou resultados satisfatórios para a correção da mordida cruzada anterior, com ótimos benefícios funcionais e estéticos. Não foi descartada a necessidade de uma cirurgia ortognática futura, já que o paciente ainda se encontra em crescimento.
Com o advento dos mini-implantes a forma de encarar a ancoragem ortodôntica mudou muito. Logo após, surgiram os mini-implantes extra-alveolares, que possibilitaram uma movimentação total dos arcos mandibulares sem riscos de danos em raízes dos dentes ou outras estruturas do processo alveolar. O presente trabalho teve como objetivo a realização de uma revisão literária baseada nos estudos científicos existentes. Ao longo do trabalho, foi discorrido a respeito das zonas de inserção, características dos dispositivos, técnicas de instalação e suas respectivas taxas de sucesso e insucesso. Ao final da revisão foi possível observar que esses dispositivos são de grande importância para os tratamentos ortodônticos, pois além de não incomodar os pacientes, eles possuem grandes taxas de sucesso e podem ser indicados nos mais variados casos ortodônticos.
O presente estudo tem por objetivo desenvolver uma análise em torno do tema que aborda o tratamento ortodôntico prévio à reabilitação com base em três movimentos. Para atingir o objetivo proposto se pauta sobre três linhas de movimentos ortodônticos para recuperar espaço e reabilitar: movimento horizontal, no caso a mesialização; movimento vertical, no caso a intrusão dentária; e a verticalização que analisa os casos de dentes inclinados que, uma vez verticalizados, tende a abrir espaço para reabilitar. A pesquisa também aborda com muita ênfase o relevante papel exercido pelo mini-implantes na realização destes movimentos, uma vez que se tornaram um eficiente instrumento de ancoragem esquelética na realização desta ação. Destacando sua eficiência que a cada dia vem se tornando um instrumento indispensável no tratamento ortodôntico. A metodologia utilizada para o desenvolvimento da pesquisa é de caráter bibliográfico uma vez que se baseia em estudo de autores que se debruçaram sobre análises em torno do tratamento ortodôntico prévio à reabilitação com base nestes movimentos. A pesquisa vai demonstrar que os movimentos de mesialização, intrusão e verticalização utilizados na ortodontia com a finalidade de recuperar espaços e reabilitar se constituem em um grande avanço no sentido de corrigir o posicionamento dos dentes, melhorando assim a estética e função.