Explorando uma coleção curada de conhecimentos. Temos 5 publicações sobre Neuropsicopedagogia.
O estágio clínico e institucional realizado em neuropsicopedagogia diante dos desafios e perspectivas dos aprendentes com base em observações no estágio institucional pautamos nossos objetivos: Melhorar a comunicação assertiva, participação e interação entre o grupo. Atuamos com diferentes gêneros musicais em atividades diversas, obtendo êxito em todas as tarefas executadas. Percebeu - se que durante e após a aplicação das intervenções o grupo mantinha - se interessado e participativo. Durante o estágio institucional recebemos a proposta de trabalhar com um aprendente que apresentava grandes dificuldades no âmbito escolar, o qual direcionamos para a clínica com o intuito de estimulá-lo cognitivamente. Criou- se um ambiente lúdico com materiais diversificados. Nas sessões de observação, realizou-se sessão de intervenção estimulando as áreas que o aprendente tinha mais dificuldade. O mesmo se envolveu respondendo satisfatoriamente a todos os estímulos; percebe-se que os estímulos cognitivos bem direcionados podem cooperar significativamente com a aprendizagem das crianças em fase escolar.
O presente trabalho apresenta um breve estudo sobre a relação da neuropsicopedagogia e sua importância no âmbito escolar, com o objetivo de observar/avaliar as necessidades cognitivas dos aprendente, buscando assim estimulações com atividades interventivas neuropsicopedagogicas estimuladoras e direcionadas às necessidades do aprendentes. Durante o estágio institucional e clínico no qual foi analisada uma turma de primeiro ano com 16 crianças, em uma escola de rede pública, e uma criança de 10 anos do quinto ano que apresentaram dificuldades de aprendizagem. A partir de avaliações/observações desenvolvemos atividades interventivas que indicaram melhorias significativas no comportamento, desempenho cognitivo, autonomia nas aprendizagens. Diante disso dá-se a importância dessa ação neuropsicopedagógica para facilitar e melhorar o progresso dos alunos potencializando assim as aprendizagens e desenvolvendo metodologias eficazes.
O presente relato apresenta experências voltadas a prática de neuropsicopedagogia clínica e institucional. O objetivo geral é apresentar como a neuropsicopedagogia contribui para o processo de aprendizagem de crianças que apresentam dificuldades cognitivas. Foram analisados os efeitos dessa abordagem em um grupo de 27 crianças, ao longo de 8 semanas no contexto institucional, e 1 criança, de 7 anos, sexo feminino no contexto clínico. Em ambos contextos, os resultados indicaram melhorias significativas no desempenho cognitivo, engajamento, habilidades sociais e comportamentos. Conclui-se que o uso das avaliações e intervenções neuropsicopedagogicas é vista como uma estratégia promissora para promover um ambiente de aprendizagem inclusivo e estimulante. Desta forma, o percurso metodológico foi fundamentado em uma abordagem qualitativa, delineado por uma pesquisa bibliográfica através de materiais físicos e digitais de acordo com a temática abordada. Considera-se que a neuropsicopedagogia é uma forma que favorece o processo de aprendizagem ao aluno com disfunção
Entende-se que o estágio clinico em Neuropsicopedagogia é uma etapa fundamental para a formação profissional. Este trabalho apresenta os resultados da avaliação neuropsicopedagógica de C. D., um estudante do 6o ano do ensino fundamental, realizada devido a preocupações com o seu desempenho escolar. O objetivo da avaliação foi identificar dificuldades de aprendizagem e fornecer recomendações para intervenções adequadas. A pesquisa foi do tipo qualitativo com método descritivo, desenvolvido a partir da experiência do estágio do curso de especialização em Neuropsicopedagogia clínica. A avaliação ocorreu de abril a maio de 2024, em cinco sessões de aproximadamente 1h30 cada, utilizando anamnese, provas operatórias de Piaget, desenho do par educativo, análise de desenhos, Teste de Desempenho Escolar (TDE) e sondagem pedagógica. A mãe relatou dificuldades de concentração e comportamento agressivo quando não medicado. C. D. tem dificuldades em reconhecer letras desordenadas, formar palavras e identificar sons de sílabas, mas possui boa percepção visual e habilidades em atividades sequenciais, além de excelente coordenação motora. Ele é gentil e carinhoso, mas pode se tornar agressivo sem medicação. Conclui-se que ele apresenta dificuldades cognitivas e psicomotoras que impactam seu desempenho acadêmico. Recomenda-se avaliações psicológica, neuropsicológica e de terapia ocupacional, além de acompanhamento psicopedagógico regular.