Explorando uma coleção curada de conhecimentos. Temos 5 publicações sobre Tratamento.
A reabsorção cervical externa (RCE) é uma condição patológica caracterizada pela perda progressiva de tecido dentário na região cervical da raiz, podendo comprometer a estrutura do dente e levar à sua perda. Sua etiologia é multifatorial, estando associada a fatores como traumatismos dentários, tratamento ortodôntico, clareamento dental interno e infecções periodontais. O diagnóstico precoce é fundamental para um prognóstico favorável, sendo a tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC) uma ferramenta essencial para a identificação da lesão e planejamento do tratamento. O manejo clínico da RCE depende do estágio da lesão e pode envolver desde a curetagem da área afetada e restauração com materiais biocompatíveis até procedimentos cirúrgicos mais invasivos. A abordagem multidisciplinar, é essencial para garantir um tratamento eficaz e minimizar a progressão da reabsorção. Dessa forma, a RCE continua sendo um desafio clínico, exigindo constante atualização científica para aprimorar estratégias diagnósticas e terapêuticas.
A endodontia é uma área da odontologia na qual trata lesões e doenças na polpa dentária, visando 9 sempre manter o dente na arcada bem como a saúde bucal adequada, a mesma enfrenta diversos desafios, 10 seja por apresentar dentes de difícil anatomia ou até mesmo calcificados, e com isso os profissionais dessa 11 área buscam uma maior facilidade, qualidade e segurança para seus atendimentos. Desse modo, estão 12 potencializando seus conhecimentos para desenvolver novas técnicas com o auxílio de exames tal como 13 tomografia computadorizada de feixe cônico, e utilização de softwares que quando empregados em grupo 14 constituem a técnica da endodontia guiada, onde após um planejamento adequado utiliza-se um guia impresso 15 em 3D que será transfixado e/ou apoiado na arcada do paciente, orientando o correto destino da broca, 16 diminuindo assim o risco de perfurações e facilitando o acesso a dentes que teriam um tratamento complexo 17 utilizando a técnica convencional. O objetivo desse estudo é analisar como a endodontia guiada pode 18 contribuir de forma positiva no tratamento endodôntico, facilitando esse procedimento no dia a dia clinico. 19 Realizou-se uma revisão de literatura, dos últimos cinco anos, no banco de dados dos sites “scielo”, 20 “pubmed”, e “google acadêmico”, nas línguas portuguesa e inglesa.
A toxina botulínica já é muito utilizada dentro da odontologia pelos profissionais da harmonização orofacial, usada principalmente com o intuito estético. Entretanto, hodiernamente é possível aderir à toxina botulínica como uma alternativa ao tratamento da disfunção temporomandibular. Ademais, considerando proporcionar melhores condições ao paciente. A disfunção temporomandibular pode ser definida como uma disfunção que atingem os músculos mastigatórios e estruturas adjacentes, ocasionando dores no maxilar, dificuldade de mastigar e estalos ou travamentos das articulações da mandíbula. O cirurgião dentista pode utilizar algumas condutas terapêuticas mais comuns como fisioterapia dos músculos mastigatórios, terapias medicamentosas (benzodiazepínicos, opioides...), placas para bruxismo ou apertamento; proporcionando aos pacientes acometidos pela DTM, tratamentos que oferecem resultados em longo prazo. Portanto a toxina botulínica pode ser uma grande aliada ao tratamento da disfunção temporomandibular, podendo proporcionar ao paciente um alívio mais rápido da dor e resultando em um maior conforto.
A Mordida Aberta Anterior (MAA) é uma má oclusão de natureza vertical caracterizada pela deficiência de contato vertical entre os dentes anteriores superiores e inferiores. Sua maior prevalência se dá na dentição decídua, entretanto pode ocorrer também na fase das dentições mistas e permanente. O padrão de crescimento dos maxilares e da estrutura esquelética craniofacial, assim como hábitos deletérios influenciam fortemente no desenvolvimento dessa disfunção. O objetivo deste estudo é descrever as estratégias utilizadas no tratamento da Mordida aberta anterior em pacientes adultos.O presente estudo trata-se da elaboração de uma Revisão Integrativa da literatura através de uma busca eletrônica nas bases de dados PubMed, LILACS e Google Acadêmico usando os descritores Mordida Aberta, Adulto, etiologia e Tratamento. Para construção do estudo, foram incluídos 13 artigos que apresentavam em seu conteúdo a etiologia da mordida aberta anterior (MAA), assim como diagnóstico, formas de tratamento e resultados com sucesso e estabilidade. Dentre os tratamentos não cirúrgicos para mordida aberta anterior, estão os TAD’s (Dispositivos de Ancoragem Temporária), na qual incluem miniplacas, mini-implantes e Microparafusos, todos com o objetivo de intruir os molares. Embora a Cirurgia Ortognática seja o tratamento padrão ouro para essa condição, a ancoragem para intrusão dos posteriores, assim como a camuflagem ortodôntica, abriu as portas para resolução de muitos problemas esqueléticos. Embora difícil de ser tratada, atualmente muitos casos podem ser resolvidos de forma não cirúrgica com efeitos satisfatórios. Casos mais complexos ocorrem até 30% de recidiva e outros apenas a cirurgia Ortognática é uma opção