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O estudo teve como objetivo investigar os principais fatores que contribuem para o insucesso dos implantes dentários, por meio de uma revisão de escopo baseada em publicações dos últimos cinco anos. O edentulismo é uma condição multifatorial que compromete a qualidade de vida e a saúde geral dos pacientes, sendo os implantes dentários uma alternativa previsível para a reabilitação oral. No entanto, o insucesso desses procedimentos ainda é um desafio clínico. A revisão revelou que os fatores relacionados ao insucesso dos implantes podem ser classificados em sistêmicos (diabetes, tabagismo, obesidade), locais (qualidade óssea, técnica cirúrgica, tipo de prótese) e ambientais (hábitos do paciente, higiene oral). Ademais, foi identificada a importância de uma avaliação pré-operatória detalhada, da adoção de protocolos baseados em evidências e do acompanhamento pós-operatório para prevenir complicações peri-implantares, como mucosite e peri-implantite. Conclui-se que, para minimizar as falhas nos implantes, é essencial considerar uma abordagem multidisciplinar, focada tanto nos aspectos biológicos quanto nos fatores clínicos e sociais dos pacientes.
Na odontologia contemporânea, a estética dos implantes tem sido o foco principal, o que é justificável, pois um implante eficaz deve imitar a forma natural do dente. A ausência de mucosa queratinizada ao redor do implante é um tema que tem alterado a visão dos implantodontistas, pois está ligada ao acúmulo considerável de biofilme, resultando em inflamações na mucosa peri-implantar e recessão gengival, o que pode levar à perda do implante. Para se obter ganho de mucosa queratinizada, existem os enxertos autógenos (técnica de enxerto gengival livre e enxerto conjuntivo supepitelial) e os enxertos xenógenos de matriz colágena. Dessa forma, o objetivo geral do presente trabalho é revisar, as alterações em mucosa peri-implantar e técnicas de enxerto gengival ao redor de implantes dentários, bem como suas indicações e implicações clínicas. O trabalho se trata de uma revisão narrativa da literatura, realizada por meio da busca bibliográfica nas bases de dados Pubmed, Scielo e Biblioteca Virtual em Saúde, utilizando os descritores “tissue graft” e “peri-implant”. Foram incluídos artigos publicados nos últimos 9 anos, com texto completo disponível em inglês e português. De acordo com o presente estudo, foi possível concluir que os enxertos de tecido conjuntivo subepitelial oferecem resultados mais previsíveis e em pacientes com biotipo gengival fino, enxertos utilizando matrizes de colágeno xenogênico têm se mostrado especialmente benéficos. Além disso, a técnica de enxerto conjuntivo desepitelizado oferece uma qualidade estética superior em comparação a técnica de enxerto gengival livre.
Objetivo: Esse trabalho visa analisar os estudos científicos presentes na literatura referentes ao uso de pinos de fibra de vidro. Materiais e Métodos: Foi realizada uma revisão simples da literatura nas bases de dados Scielo e PubMed. Foram encontradas 36 referências sobre o tema, destas, 24 foram selecionadas. Revisão da Literatura e Discussão: Não se sabe ao certo, em que dado momento histórico, os pinos começaram a ser empregados na odontologia. Originalmente, os pinos intrarradiculares foram projetados para fornecer maior resistência mecânica à dentes com extensa dentruição coronária. Contudo, pinos tem função primária de reter e dar estabilidade a um núcleo de preenchimento, dessa forma, a teoria de que os pinos podem ajudar a reforçar dentes tratados endodonticamente é na verdade um mito. Conclusões: Concluímos que embora ainda não exista um padrão ouro a ser seguido na instalação de pinos intrarradiculares, a grande maioria dos sistemas de pinos encontram sucesso clínico quando princípios já difundidos são seguidos. Além disso, é visto uma forte tendência no uso de pinos de fibra de vidro, pelo seu módulo de elasticidade e estética serem mais favoráveis no tratamento; espera-se que o seu uso seja mais frequente com o passar do tempo.